O Blog CULTURA DE COMBATE vem com a proposta de ser um meio de comunicação livre e critico fazendo sempre um paralelo entre politica e cultura.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Encontro Mulher Atitude
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Wild Style no Cine Fique Vivo
Wild Style é o primeiro filme de Hip-Hop da história. Dirigida por Charlie Ahearn, a película foi lançada nos cinemas em 1983. Com foco na ascensão do Graffiti como manisfestação criativa de vanguarda, o filme mostra também os primeiros interesses da mídia com relação à cultura Hip-Hop. Mostra também como eram as block parties, os primeiros Mcs, as primeiras rodas de Breaking e danças sociais, os primeiros Djs e os grandes festivais undergrounds da época.
Dia 18 de Junho ás 17:00.
Av. Dr. José Maciel,584-Maria Rosa-Taboão da Serra.
Entrada Franca.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Kmila CDD grava em São Paulo.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Latas no chão, e mãos para o alto.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Hip Hop Guarani
Os olhos do índio Bruno Verón dizem que algo na aldeia não vai bem. Junto a três outros jovens da mesma tribo, ele tranca o sorriso, amarra o Nike e mira o alvo: o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli. André está sentado na primeira fileira ao lado do prefeito de Dourados, Murilo Zauith, e de vereadores que inauguram com festa e discursos a Vila Olímpica Indígena da região, um espaço esportivo com campo de futebol e quadras de basquete.
Bruno terá sua chance logo depois das meninas dançarinas da etnia terena. Assim que o locutor anuncia a entrada de seu grupo de rap, o Brô MC”s, o índio procura pelo governador na plateia e joga a lança: “Esta vai pra vocês que não conhecem nossa realidade, que não sabem dos nossos dilemas. Aldeia unida, mostra a cara!“
O irmão mais velho escapou por pouco, mas leva um projétil alojado na perna. Na casa dos Verón, arroz e feijão são lei. Carne, pouca. Salada, “coisa de paulista”. Mandioca brota no quintal. Banho, só de caneca. A geladeira está quebrada. A TV funciona. O Playstation, também. E sempre, a qualquer hora, os celulares dos garotos tocam Eminem, Snoop Doggy, Racionais, MV Bill e Fase Terminal.
O hip hop chegou às reservas indígenas de Mato Grosso do Sul como se fossem ali as quebradas do Capão Redondo. Para os filhos adolescentes das 15 mil famílias das etnias terena, guarani-caiová e guarani-nhandéva, era como se cada verso tivesse sido criado para suas próprias vidas. Se Mano Brown fala de conflitos entre pobres e policiais, eles têm pais e avôs retirados de suas terras a tiros pelo homem branco. Se MV Bill cita o tráfico de drogas, seus amigos estão cada vez mais fascinados pelo crack. “É uma das regiões mais problemáticas do Brasil”, diz o antropólogo especialista no grupo guarani há 40 anos, Rubem Thomaz de Almeida.
A luva também serve quando o assunto é música. O ritmo duro e constante de uma expressão 90% percussiva estaria facilmente em um ritual caiová. “Eu não pensava nessas coisas antes do rap. Ele que me fez ver nossa situação”, diz Bruno Verón.
Foi em Bruno e no seu irmão Clemerson que o ritmo bateu primeiro. “É nossa chance de sermos ouvidos fora da aldeia”, diz o líder. Kelvin e Charles, os outros dois integrantes e também irmãos entre si, foram recrutados na escola. Apesar dos nomes, todos são legítimos guarani-caiovás.
Há muitos jovens registrados com “nomes brancos” na aldeia, como se percebe em uma conversa rápida com os garotos sobre rock and roll. “E vocês conhecem os Beatles?” “Sim, o John Lennon mora logo ali”, fala Charles, apontando para a vizinhança. Ele ri, mas é sério. John Lennon, Elton John, Jack, Jackson e Sidney Magal são índios de 16, 17 e 18 anos que também escutam rap. Os meninos andam pela reserva com camisetas do Eminem e dos Racionais MC”s, tênis de basquete, bonés coloridos e celulares tocando rap.
Quando se encontram, tocam as mãos abertas e depois fechadas como se faz na cidade. Muitos aprendem a dançar break em oficinas ministradas pela Cufa (Central Única de Favelas). Em uma delas, Higor Marcelo, cantor do grupo Fase Terminal, conheceu os garotos e passou a produzi-los. “Fiquei maravilhado quando ouvi”, diz. Higor fez um CD demo dos garotos e agora fecha a produção para o fim do ano de um primeiro disco do Brô MC”s.
Os ventos sopram a favor dos rappers da aldeia. A primeira vez que saíram de suas terras foi em setembro de 2010, quando fizeram um show nos Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro. Uma garrafa pet guarda a água do mar que Kelvin trouxe de Copacabana. “Era muito salgada!” São Paulo eles conheceram em dezembro, quando fizeram um show no Sesc Belenzinho. “É abafado, parece que não tem ar.” Ele sorri de uma teoria sua sobre as placas das ruas que viu. “Anhanguera é um diabo velho. Anhangabaú é espírito mal do rio. A gente diz aqui que vocês foram a um pajé bêbado para dar nome aos lugares.” Os Brô MC”s tocaram também em Brasília, na posse da presidente Dilma Rousseff.
E, assim, suas vidas vão ganhando instantes de fama. Clemerson é o mais procurado pelas garotas. “A gente dá autógrafo.” Os olhos de guerreiro de Bruno são só para o palco. Fora dele, é um cavalheiro. Ao sair com o repórter pela aldeia de bicicleta, sugere uma caminhada quando sente o pulmão do parceiro saltando pela boca. Enquanto caminhamos, ele fala mais. Ao ver que o repórter usa aparelho dentário… “Eu tinha que usar isso, mas minha mãe disse que um raio poderia cair em mim.” Ao passarmos por uma embalagem de camisinha jogada na estrada… “Aids aqui tem bastante, mas muitos meninos casam cedo, com 12, 13 anos.” E ele? Não namora? “Namoro é como prisão, não dá pra fazer mais nada.” Bruno é um cavalheiro e um sábio.
Um de seus raps se chama Tupã e mostra que o Brô MC”s já cria seu próprio discurso. “Aldeia, a vida mais parece uma teia / que te prende e te isola, não quero tua esmola / nem a sua dó, minha terra não é pó / meu ouro é o barro onde piso, onde planto / e que suja seu sapato quando vem na reserva fazer turismo / pesquisar e tentar entender o porquê do suicídio.”
O alto índice de suicídio na tribo, sempre por enforcamento, atingiu o ápice em 2009, quando foram registradas uma morte a cada dois dias. “Até que uma criança de 8 anos se matou. Aí paramos para discutir”, diz Nestor Verón, pai de Bruno. As explicações não fecham uma lógica. O enforcamento seria um simbolismo. O índio quer se expressar e não pode, então se enforca. Ou estaria passando por uma espécie de choque espiritual com a chegada de grupos religiosos cristãos. Nada é certo. “A alma de um suicida, acreditam eles, não sai pela boca, como deveria, mas pelo ânus. E então é incorporada por outro indivíduo que também irá se enforcar”, diz o antropólogo Rubem Almeida.
Seja como for, o dilema se tornou combustível para a identidade de algo que já poderia ser chamado de “rap guarani”. Afinal, um índio que se veste como Puff Daddy e diz “e aí mano?” afoga a tradição de seu povo? “A cultura não é estática. Ninguém vive fora do mundo”, diz a professora de antropologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Lúcia Helena Rangel. O fenômeno pode aguçar pesquisadores, mas o poder público parece longe de abraçá-lo. Ao fim do show do Brô MC”s na inauguração da Vila Olímpica Indígena, o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, é o único que não aplaude. “Não gostei, porque isso é música estrangeira. E eu sou nacionalista.”
Assista abaixo ao clipe da música “Eju Orendive”, em guarani.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
A luta por um direito.
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| Fonte da foto:Blog Bar &Lanches Taboão |
Foram inúmeras marchas, acampamentos em praça e na casa de Paulo Colombo (proprietário do terreno), e uma organização que de fato foi no mínimo surpreendente. A frente da ocupação está o MTST, um movimento criado no início dos anos 90 e que luta por moradia urbana em toda grande São Paulo e em algumas cidades do interior. A história do MTST com Taboão da Serra não vem de hoje. No ano de 2005, o mesmo local também foi ocupado pelo movimento e na ocasião, o acampamento que teve o nome de Chico Mendes, resistiu por quase um ano e obteve como vitória o beneficio de bolsa aluguel para diversas famílias e o compromisso do governo do estado e da Caixa Econômica Federal para a construção de moradias populares na cidade.
E com esse mesmo ideal de luta foi feita a história da ocupação Che Guevara, que ao fim da jornada conquistou bolsa aluguel no valor de R$250,00 para 500 famílias, além de um acordo com o CDHU e o Ministério Público de um projeto de construção de moradias para várias famílias que estão inscritas no movimento.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Pra não dizer que não falei das flores.
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| Espacamento de jovem em ato contra o aumento da passagem. |
Isso sim é Cultura de Combate de fato.
Assista.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
O fim da escravatura?
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| O Pastor Martin Luter King e o mulçumano Malcon X |
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Sétimo dia.
É verdade que foi, durante anos, um amigo dos Estados Unidos militares treinados dele, e adversário da URSS e do socialismo, mas o que foram os atos atribuídos a Bin Laden, o assassinato de um ser humano desarmado e cercado pela família é um fato repugnante. Aparentemente é isso que fez o governo da nação mais poderosa que jamais existiu.
O discurso cuidadosamente preparado para Obama anunciar a morte de Bin Laden diz: "... sabemos que as piores fotos são aquelas que são invisíveis para o mundo. A cadeira vazia na mesa. As crianças foram obrigadas a crescer sem a mãe ou o pai. Os pais que nunca mais vai sentir o abraço de uma criança. Cerca de 3 000 pessoas foram levadas para longe de nós, deixando um buraco em nossos corações. "
Este parágrafo contém uma realidade dramática, mas não pode impedir que pessoas honestas lembrar guerras injustas desencadeada por os EUA no Iraque e no Afeganistão, centenas de milhares de crianças forçadas a crescer sem mãe ou o pai e os pais nunca mais ia sentir o abraço de uma criança.
Milhões de cidadãos marcharam longe de suas aldeias no Iraque, Afeganistão, Vietnã, Laos, Camboja, Cuba e outros países ao redor do mundo.
Nas mentes de centenas de milhões de pessoas que não tenham sido apuradas, nem as imagens terríveis dos seres humanos em Guantanamo, Cuba ocupou, marchando em silêncio submetidos durante meses ou até anos para se insuportável e enlouquecedor tortura, são seqüestradas e transportadas para prisões cumplicidade secreta com a hipocrisia de alegada sociedades civilizadas.
Obama não tem como esconder o fato de que Osama foi morto na frente de seus filhos e esposas, agora nas mãos das autoridades do Paquistão, um país muçulmano, de quase 200 milhões de pessoas, cujas leis foram violadas, ofendeu a dignidade nacional, e ultrajado tradições religiosas.
Como agora impedem as mulheres e os filhos dos executados sem julgamento nem direito explicar o que aconteceu, e as imagens são transmitidas para o mundo?
Em 28 de janeiro de 2002, o jornalista da CBS Dan Rather, transmitido pela estação de televisão que o 10 de setembro de 2001, um dia antes dos ataques ao World Trade Center e ao Pentágono, Osama bin Laden passou diálise em um hospital militar paquistanês. Eu não era capaz de esconder e proteger-se em cavernas profundas.
Assassinato e enviado para as profundezas do mar mostra o medo e a insegurança torna muito mais perigosa.
O muito público nos Estados Unidos, após a euforia inicial vai acabar criticando os métodos, longe de proteger os cidadãos acabam multiplicando os sentimentos de ódio e vingança contra eles..." Veja a carta na integra no link abaixo.
4 de maio de 2011
8 e 34 p.m.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
CUT-SP realiza o lançamento do 1º de Maio “Brasil-África”
E para honrar a sua representatividade e liderança junto à classe trabalhadora a CUT (central única dos trabalhadores) traz uma mostra da união “Brasil-Africa” com diversas atividades que começaram dia 26 de Abril e se encerram com chave de ouro no dia 1º de Maiono Vale do Anhangabaú, com a homenagem ex presidente Lula e Nelsom Mandela grande líder africano,alem de tudo isso a grande massa de trabalhadores irá contar com apresentações da cantora Mart´nália, banda Ilê Ayê (Bahia), Rappin´Hood, Dog Murras (Angola), Chico César e Martinho da Vila.Confira a programação completa do 1º de Maio da CUT Brasil-África
25/04 - Lançamento do 1º de Maio e Abertura da Mostra de Cinema - Local Sindicato dos Químicos de São Paulo
26/04– Mostra de Cinema Brasil-África – Local Auditório APEOESP
27/04– Workshop Internacional – Local Museu Afrobrasil
28/04– Mostra de Cinema Brasil-África – Local Auditório Sindisaúde
Workshop Internacional – Local Museu Afrobrasil
Oficinas Culturais – Local Museu Afrobrasil
29/04– Seminário Sindical Internacional "Desenvolvimento, sustentabilidade e inclusão social – Os desafios da relação Sul-Sul" – Local Sesc Vila Mariana
30/04– Samba com Feijoada: Arlindo Cruz, Jorge Aragão, Diogo Nogueira, Leci Brandão e Marcinho do Cavaco.
Cortejos:Capoeira, Maculele, Moçambique, Jongo, Tambores do Vale
Escola de Samba Tom Maior
01/05– Shows: Mart´nália, banda Ilê Ayê (Bahia), Rappin´Hood, Dog Murras (Angola), Chico César e Martinho da Vila
Ato político sindical-social:Com sindicalistas e movimentos sociais do Brasil e da África.
Ato interreligioso:Diversas confissões religiosas celebrarão juntas esta data internacional dos trabalhadores (as).
Ato cultural:Com a presença dos atores Celso Frateschi e Danny Glover.
Homenagens:Lula e Nelson Mandela
Atividades Simultâneas
- Exposições e Feiras
- Exposição fotográfica
- Exposição de esculturas e pinturas
- Feira de Livros
- Feira gastronômica
- Heróis de todo o mundo (vídeo com personagens afro-brasileiro,
fundamentais da nossa história)
- Desfile de roupas africanas
- Desfile de penteados Afro
- Exposição de tecidos
terça-feira, 26 de abril de 2011
A primeira negra governadora-Dona Benedita da Mangueira.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Sarau da Cumbuca!
Será no dia 29 de Abril a partir das 19hs que se consumara o fato, o nascimento do Sarau da Cumbuca. O sarau acontecera mensalmente na sede da Associação Zumaluma,situada na periferia do Sta.Tereza, tradicional morada da cultura Hip Hop.E nesse primeiro ato o sarau ira contar com as ilustríssimas presenças de Camila Brasil,Poeta Sérgio Vaz,Marcio Anda Luz,Mc Gaspar(Z’frica Brasil),Tatu Resistência,Elaine Braga,Três Fuegos e a turma do Sarau do CRJ.E para apresentar essa time cabuloso de poetas e poetizas estão escalados Pow Literarua e Ramona, já nos intervalos a rapa ira apreciar um bom e velho Jazz e Blus.
Dia 29 de Abril (sexta-feira), a partir das 19hs. Associação Zumaluma-Rua Cerqueira César,703-Sta Tereza-Embu das Artes.Entrada franca.contato:(11)4244-1474.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
As raízes do rap: Jay-Z, por Mumia Abu-Jamal
"Não é comum que um rapper escreva um livro, pura e simplesmente um texto em prosa. Eles em geral pensam em rimas, estrofes, metáforas e batidas.Quando aparecem esses livros, eles frequentamente são aquelas obras sofridas, menos escritas que ditadas para um autor profissional, mais enganação que um trabalho de arte ou de pensamento profundo.
Jay-Z produziu essa última opção.
Um MC de talentos quase lendários e uma grande reputação no mundo do rap, seus trabalhos tradicionalmente garimpam as ruas em busca de histórias de correrias, sobrevivência e, frequentemente, loucas baladas. Eles podem mimetizar a altamente polida arte do braggadocio [N.T.: termo em inglês, derivado da literatura, que indica um tipo de rap parecido com o que se vê em uma roda de freestyle ou em um duelo de repentistas, em que o MC se gaba de si mesmo e tira sarro dos adversários], de riqueza e hedonismo por que o rap é famoso.
Mas o novo livro de Jay-Z, Decoded ("Decodificado"), é um trabalho honesto, soberbo, bem escrito e surpreendemente político que serenamente recorda a era do nascimento do rap no Brooklyn e sua luta para encontrar um lugar nele.
Notavelmente, suas tentativas de conseguir assinar com as gravadoras eram repetidamente repelidas, uma amostra de quão perdidas as empresas fonográficas eram naqueles tempos iniciais do rap.
Mas ele realmente decola quando escreve sobre a necessidade de sua geração de passar por cima da recusa do passado, de preencher os dolorosos vazios deixados pela falta do pai, pioradas pela devastação da era Reagan e o açoite das drogas. Ele escreve:
´Eu sinto como se nós, rappers, DJs, produtores – pudéssemos contrabandear algo da mágica daquela civilização em nossa música e usar isso para construir um novo mundo. Nós éramos crianças sem um pai, e encontramos nossos pais no vinil e nas ruas e na história e, de certa forma, foi como um presente; nós conseguimos colher e escolher os ancestrais que inspirariam o mundo que nós estávamos construindo para nós mesmos.
Aquilo era parte do ethos daquele tempo e lugar, e construiu a cultura que nós criamos. Nossos pais já haviam ido embora, normalmente porque eles tinham quicado por aí, mas nós pegamos seus discos velhos e os usamos para construir algo novo (pág. 255 do livro).`
O livro é ricamente completado com letras dos mais famosos raps de Jay-Z, e várias outras colaborações. Dessa forma, é uma verdadeira arca do tesouro para as cabeças do rap e do hip-hop.
Decoded é o mapa de uma era que deu à luz um dos mais influentes gêneros musicais do século XX. Jay-Z contribuiu com um verdadeiro documento histórico sobre esse período."
Jay-Z, Decoded, Spiegel & Grau: New York (2010)
Tradução para o português: Spensy Pimentel (CC)
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Public Enemy no Brasil.
Os ingressos começam a ser vendidos a partir desta quarta (6) a preços promocionais durante tempo limitado.Quando: de 22 a 24/7 (sexta a domingo) a partir das 20h
Onde: Arena Anhembi
Quanto: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada) - preços promocionais válidos por tempo limitado
Informações: zetks.com e blacknacena.com.br
sábado, 2 de abril de 2011
A Rua em uma Sala.
Quinta à noite, uma garoa fina e um vento gelado tudo isso misturado ao cheiro de tinta, som alto do bumbo e da caixa, isso tudo em abundância junto e misturado em uma das ruas centrais de Taboão. Foi no antigo endereço da Câmera legislativa, a “casa do povo”, que o fato foi consumado, a primeira exposição de graffite da cidade, nada melhor que o nome “A Rua em uma Sala” para descrever o que se viu naquela sala... graffiti em tela,na parede,pixação no teto e tudo o que se pode pensar de um típico centro urbano.
Até mesmo eu com meus 20 anos de rua e maloqueiragem nunca tinha visto tanta tinta, tanta cor e tantos estilos diferentes, e ainda mais, confesso a vocês meus caros três leitores que nunca a rua tinha sido tão rua quanto foi naquela noite.
Os visitantes apreciaram as telas da grande e irreverente Família C.3, os traços e a pegada de gorila da Crew Os Congs e a os traços estilosos que são a marca registrada das Crews MGC e ER Crew, em resumo o melhor da arte de rua esteve ontem no Espaço Expositivo e mais uma vez a cultura de rua mostrou o seu potencial de organização e talento.
*Essa exposição foi dedicada ao alemão, dono da padaria que chamou a policia achando que aquele avento se tratava de um distúrbio social em Taboão da Serra, parabéns você acertou estamos de fato desorganizando para organizar.
Fotos: Fernando Marinho










